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Medium shot of a female astronaut helping her comrade to turn on lamps and camera on his spacesuit

Missão Artemis: NASA prevê humanos vivendo na Lua ainda nesta década

A missão da NASA visa estabelecer uma conexão duradoura com o satélite natural da Terra

Quando pensamos nos últimos anos, é possível perceber que a exploração espacial deu saltos gigantes, em um comparativo com os feitos realizados durante a Guerra Fria. Essa movimentação é facilmente perceptível em um projeto da NASA que pode revolucionar a relação da humanidade com o satélite natural do planeta Terra: a Lua. 

De fato, a missão Artemis, nomeada em homenagem à deusa grega da Lua, visa permitir que os seres humanos vivam na superfície lunar até o final desta década. Sem dúvidas, trata-se de um marco empolgante para a exploração espacial, que promete expandir os horizontes no que se refere a novas descobertas científicas e tecnológicas.

A missão Artemis e o retorno à Lua

Em síntese, o século XXI será marcado por um retorno provavelmente triunfante à superfície da Lua. A missão liderada pela NASA possui o objetivo de levar a humanidade à Lua não como visitantes temporários, mas como exploradores em longo prazo.

Isso quer dizer que o principal foco é construir uma presença sustentável na Lua, estabelecendo uma infraestrutura necessária para que os seres humanos consigam viver e trabalhar nela por períodos longos. 

É importante ressaltar que a primeira etapa está prevista para ocorrer no próximo ano, em 2024. A data também será outro marco histórico, uma vez que a primeira mulher deve pisar em solo lunar. O pouso deve ocorrer no polo sul da Lua. 

Esse local em específico foi escolhido de forma estratégica, devido à presença de água congelada, que pode ser convertida em oxigênio e hidrogênio para sustentar a vida, servindo, também, como combustível para outras missões que podem ocorrer. 

Essa missão promete expandir os horizontes da humanidade. A realidade é que a Lua oferece um ambiente desafiador para a existência, já que possui temperaturas extremas que diferem das alcançadas na Terra. Além disso, uma noite lunar dura cerca de duas semanas, afetando diretamente o relógio biológico. 

Porém é importante entender que um dos recursos mais promissores que os astronautas poderão aproveitar nessa missão é a luz do Sol. Fundamentalmente, a possibilidade de utilização da tecnologia de energia solar que já é utilizada na Terra na Lua é um dos pilares da missão Artemis. 

Nesse sentido, o mercado livre de energia solar, que sofre expansão e avanços significativos em termos de eficiência e sustentabilidade nos últimos anos, possuirá papel elementar na manutenção das operações feitas em solo lunar. 

A instalação de painéis solares adaptados à realidade lunar, captando energia do Sol, permitirá que os astronautas tenham uma fonte de energia confiável para realizar suas tarefas diárias, desde a iluminação até a utilização de equipamentos científicos para o funcionamento da missão.

No final das contas, a missão Artemis é um passo corajoso da humanidade a um futuro que estabelecerá uma conexão profunda com o satélite natural do planeta Terra, horizonte promissor para novas descobertas acerca do universo e dos avanços científicos.

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