A falta de educação financeira é um dos principais fatores para o endividamento; entenda como quebrar este ciclo e ter mais tranquilidade
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Uma vida financeira saudável e sem surpresas é a meta de muita gente. É através dela que ficar em dia com as contas, ter uma reserva para quaisquer eventualidades e constituir um patrimônio se tornam possíveis. Porém, para atingir a meta da saúde financeira, é preciso trabalhar questões como a organização, a renúncia, entre outras habilidades.
Afinal, para poupar, é preciso saber quanto se ganha e quanto se gasta, por exemplo. É preciso também abrir mão de certas vontades e situações, para que não se gaste o que não pode, ou, no pior dos casos, o que não se tem. Estas atitudes fazem parte de algo maior, chamado de educação financeira.
A educação financeira é um processo de aprendizado referente à administração de tudo que é gasto e ganho, seja por um indivíduo ou até mesmo por toda uma família. Aprender a administrar as finanças é o primeiro passo para ter mais tranquilidade, para poder fazer planos de médio e longo prazos e poder direcionar e tomar as rédeas da situação financeira como um todo.
Primeiros passos rumo à educação financeira
Para tanto, é fundamental que se comece sabendo qual é a renda percebida todos os meses. Mapear todas as fontes de renda é determinante neste primeiro momento. Para tanto, anote todos os valores em algum lugar, como um documento no computador, algum aplicativo específico para essa finalidade nos smartphones ou até mesmo em um caderno.
O passo seguinte é anotar todos os gastos e confrontá-los com os ganhos. Uma saúde financeira comprometida indicará, neste momento, gastos maiores que a receita. Se for este o caso, é imprescindível detectar quais são os gastos supérfluos e quais os gastos necessários. Aqui é importante não medir esforços para diminuir os gastos desnecessários ou aqueles levados por puro consumismo ou impulsão.
Poupe seu dinheiro
O objetivo com isso é fazer com que sobre algum dinheiro no final do mês. Somente assim é possível poupar para uma reserva de emergência. Pode-se começar a poupar mesmo com pouco, afinal, qualquer quantia serve para começar uma reserva. A reserva de emergência serve para cobrir gastos não programados, que poderiam causar um estrago em um orçamento desequilibrado.
O ideal é que a reserva cubra a renda de um período de renda de três a seis meses, sendo assim um colchão financeiro para eventualidades. É importante também que seja guardado em um fundo seguro e de alta liquidez. Assim não estará sujeito às volatilidades das ações, por exemplo, e poderá ser sacado em uma emergência. CDB e Tesouro Direto são boas opções neste caso.
Adquirir um título de capitalização também é uma boa maneira de poupar dinheiro. Através de aportes mensais, o contratante vai formando uma reserva financeira, ao mesmo tempo que concorre a prêmios. Na prática, ajuda a criar o hábito de poupar determinada quantia com regularidade.
Invista para fazer o dinheiro render mais
Com mais dinheiro sobrando e amparado por uma reserva, é possível alçar voos financeiros maiores. Investir em fundos de renda variável, como os fundos imobiliários, é uma forma de colocar o dinheiro para trabalhar e render mais. Investimentos são uma das chaves para consolidar o patrimônio, aumentando-o com o tempo.
Uma vez que o dinheiro do investimento tem somente essa finalidade, é possível arriscar mais, em títulos menos conservadores. Com o tempo e com estudo, vai se compreendendo o funcionamento do mercado financeiro e entendendo quais ações ou quais títulos são mais interessantes para se chegar aos objetivos com qualidade.
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