Casa Branca busca a garantia de que todas as inteligências artificiais lançadas no mercado sejam seguras e confiáveis
No dia 21 de julho, a Casa Branca firmou um acordo com sete gigantes norte-americanas do setor de tecnologia, buscando regulamentar a criação e utilização de inteligências artificiais. De forma voluntária, as empresas Amazon, Google, Meta, Microsoft, Anthropic, Inflection e OpenAI se comprometeram a disponibilizar IAs que sejam seguras e confiáveis.
De acordo com o governo dos EUA, o objetivo é garantir a segurança do povo americano, visando que seus direitos continuem sendo respeitados por tais tecnologias. Caso o acordo seja infringido de alguma forma, não haverá nenhum tipo de multa ou punição, já que se trata de uma medida voluntária. Contudo, a Casa Branca já confirmou que esse é o pontapé inicial para a regulamentação de IAs no país.
O texto visa que qualquer ferramenta de inteligência artificial precisará passar por uma série de testes antes de ser disponibilizada ao público. Também serão realizadas auditorias internas e externas para procurar por vulnerabilidades em suas tecnologias e buscar novas formas de aperfeiçoar suas IAs. Os testes serão realizados por diversos especialistas, e as empresas deverão compartilhar quaisquer avanços e informações obtidas com o governo, o meio acadêmico e o setor tecnológico.
O acordo também prevê a criação de ferramentas que ajudem a identificar qualquer tipo de conteúdo gerado por inteligências artificiais, como imagens, vídeos e textos. O assunto gerou uma grande repercussão após o lançamento do ChatGPT, da OpenAI, que consegue criar textos do zero e possui um potencial praticamente ilimitado nesse quesito. A ideia é colocar algum tipo de marca d’água ou outros meios que comprovem a origem do arquivo.
Foi prometido um investimento maior em segurança cibernética, buscando proteger melhor os usuários. Indo além de possíveis vazamentos e exposições desnecessárias, as empresas do setor prometeram se atentar mais a vulnerabilidades sociais, como propagação de diferentes preconceitos dentro de suas inteligências artificiais. O objetivo é garantir uma utilização mais humanizada e saudável de suas ferramentas.
Por fim, o acordo prevê um esforço maior no desenvolvimento de inteligências artificiais que ajudem a superar os diferentes desafios da sociedade moderna, como alterações climáticas, prevenção e tratamentos de câncer, etc.Hoje, as IAs já são amplamente utilizadas de diversas formas no nosso cotidiano, sendo úteis em diferentes campos. Além da automação de atividades recorrentes no dia a dia, elas também podem ajudar a realizar tarefas como estudar para concursos abertos no RJ ou em SP, por exemplo. Por isso, é uma ferramenta essencial que já está totalmente integrada na vida de milhões de pessoas ao redor do mundo.
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