Saiba mais sobre a rede social que conecta mais de 1,2 bilhão de pessoas no mundo
1 – O tal do dislike
Um dos recursos mais pedidos pelos usuários, o botão de “Dislike” ou “Não curtiu” nunca foi implementado pela rede social. No ano passado, um dos engenheiros de produtos da rede social Bob Baldwin explicou que não faria sentido ter um dislike no serviço. O motivo apontado por Baldwin é que o Facebook se baseia em interações socais positivas. Para criticar, fica aberto o espaço dos comentários.
2 – Antecedentes
Antes de lançar a rede social em 2004 (foto), Mark Zuckerberg já mostrava seu lado irreverente, rebelde e genial. Zuck criou o Facemash, um serviço que pretendia encontrar a pessoa mais sexy do campus da Harvard. Para consegui as fotos, o futuro empreendedor hackeou o sistema da faculdade para conseguir as fotos dos alunos.
Sem falar da polêmica com os gêmeos Cameron e Tyler Winklevoss, que haviam contratado Zuckerberg para criar uma rede social para os alunos de sua faculdade, que seria chamada de HarvardConnection – e, no futuro, ConnectU. A polêmica toda terminou com um acordo milionário com cifras não divulgadas.
3 – Personalidade
Em 2010, Mark foi escolhido como a personalidade do ano da famosa revista norte-americana Time. O motivo para tanto destaque, segundo a revista, é o fato de que “o Facebook se fundiu com o tecido social da vida humana”. De acordo com o perfil feito pelo jornalista Lev Grossman, “nós entramos na era do Facebook e Mark Zuckerberg foi o homem que nos trouxe até ela”.
Atualmente, Mark continua bem cotado por suas decisões como CEO do Facebook e também por seu papel como filantropo. Além disso, ele é presença constante nas listas de pessoas mais ricas do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 19 bilhões.
4 – Quem faz o Facebook
Dados de 2013 divulgados pela rede social apontam que o Facebook tem quase 5.000 funcionários em todo o mundo. A companhia tem 47 escritórios espalhados pelo globo. Ah, só por curiosidade: o preço de uma ação do Facebook está avaliado em cerca de US$ 78,45 (cerca de R$ 222). A cotação foi realizada hoje (25/02/2015).
5 – Uma rede de jogadores
Aquela solicitação chata que aparece na sua tela convidando para fazer parte de uma divertida fazendinha não é à toa. Dados do Facebook apontam um crescimento 24% dos usuários que jogam na rede social de 2012 para 2013. Será que já está na hora de aceitar o convite para jogar Candy Crush?
6 – A Rede Social
O filme que retrata o nascimento do Facebook foi aclamado pelos críticos e venceu três prêmios Oscar (roteiro adaptado, edição e trilha sonora), mas não agradou Mark Zuckerberg. Em uma conversa com estudantes da Universidade de Stanford, Zuckerberg criticou a ideia de que ele tenha criado o serviço apenas porque “uma garota o largou”. Ele afirma que a tal garota do filme nem existe na vida real.
7 – Trabalho em equipe
Muito se fala do papel decisivo que Mark teve na criação do Facebook. Porém, vale lembrar os parceiros de faculdade que participaram da empreitada: Eduardo Saverin, Andrew McCollum, Dustin Moskovitz e Chris Hughes. Saiba o que fazem os parceiros de Zuckerberg agora.
Eduardo Saverin – o “brasileiro do Facebook” (na foto) possui cerca de 5% da rede social e continua investindo em negócios de internet, como as startups Qwiki e Jumio.
Andrew McCollum – após sair do Facebook em 2006, McCollum voltou para Harvard e se graduou em Ciências da Computação, fundou a ferramenta JobSpice e atua como investidor anjo.
Dustin Moskovitz – um dos primeiros programadores a ajudar Zuckerberg, Dustin deixou a rede social em 2008, mas ainda possui 7,7% do Facebook. Ele investiu na rede social Path e fundou uma organização filantrópica chamada Good Ventures.
Chris Hughes – o primeiro relações públicas do Facebook tem uma carreira de sucesso: além de coordenar a campanha online de Barack Obama, Hughes comprou a revista The New Republic e atua como editor-chefe da publicação.
8 – O que você posta é público
A rede social é alvo de uma série de críticas sobre a privacidade dos dados e opiniões expressas por seus usuários. Porém, a regra do jogo é bastante clara, se você postar algo com a opção “público” selecionada, seu comentário estará disponível para qualquer usuário do Facebook – mesmo que a pessoa não seja seu amigo. Lembre-se: postou no Face com o “mundinho selecionado”, já era!
9 – Big Brother, mesmo!
Ninguém gosta de viver vigiado 24 horas por dia, mesmo assim os servidores do Facebook guardam até o que você digita e apaga. Apesar de não passar essa sensação de que você está sendo observado, a rede social aproveita bem suas informações para vender anúncios direcionados. Esse está entre os dez motivos para deletar sua conta no Facebook.
10 – Efeitos psicológicos
A rede social também é criticada por conta de alguns de seus “efeitos colaterais”. Dentre eles, são citados: inveja, estresse, vício em Facebook e bullying. Um estudo da Universidade Edinburgh Napier indicou que a rede social deixa a vida dos usuários mais difícil. São vários os motivos: medo de perder algo importante, desconforto ao rejeitar uma pessoa que adicionou o usuário, a pressão de ser divertido, dentre muitos outros.

