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Vazamento de ‘Resident Evil 7’ expõe fragilidade de sistema antipirataria

Antes sinônimo de proteção, a Denuvo tem sido obrigada a enfrentar provações sempre que surge um grande jogo no mercado. A empresa é dona de um sistema (que leva seu nome, aliás) que promete segurança contra pirataria, mas cada vez mais seus serviços vêm se tornando questionáveis, tendo em vista que os títulos “protegidos” continuam indo parar na internet por meios alternativos. “Resident Evil 7” veio para piorar a situação.

Levou apenas cinco dias após o lançamento do jogo para que o grupo cracker CONSPIR4SY (CPY) liberasse uma versão gratuita na rede, abrindo o caminho para que “RE7” fosse parar em sites de torrent e se espalhasse rapidamente. Foi um recorde, e um que deixa explícito como o problema da Denuvo está se intensificando.

Até agosto de 2016, o Denuvo era considerado impenetrável. No começo daquele ano, inclusive, uma cracker conhecida como Bird Sister previu que o sistema tornaria o trabalho de gente como ela impossível. Mas levou apenas alguns meses para que a previsão se provasse exagerada, já que o CPY conseguiu abrir “Rise of the Tomb Rider”, que havia sido lançado cinco meses antes. Poucos dias depois, o mesmo grupo jogou “Inside” na rede, dobrando sua eficiência, pois o título independente saíra seis semanas antes.

Dali em diante foi ladeira abaixo: “Doom”, “Mirror’s Edge Catalyst”, “Deus Ex: Mankind Divided” e “Watch Dogs 2” foram alguns dos que acabaram crackeados. A pancada foi tão forte que a desenvolvedora Bethesda atualizou “Doom” para uma versão sem a proteção, e o mesmo foi feito pela Playdead, responsável por “Inside”. Tal movimento de descrédito tende a se intensificar graças à ação que levou ao vazamento de “RE7”.

Como explica o TorrentFreak, a Denuvo nunca vendeu seu produto como sendo “inviolável”, e sim como escudo para os primeiros meses de lançamento, o período mais lucrativo; quando um jogo é pirateado depois disso, o estrago não é tão grande para as desenvolvedoras. Só que essa percepção de segurança acabou, agora que um grande título caiu na internet em menos de uma semana.

É interessante notar, porém, que há um jogo aparentemente imune à pirataria. “Just Cause 3” ainda não foi crackeado e ninguém sabe o porquê. O título foi justamente o que fez Bird Sister fazer sua previsão sobre a impossibilidade de piratear games.

 

 

 

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/games-e-consoles/noticia/vazamento-de-resident-evil-7-expoe-fragilidade-de-sistema-antipirataria/65733

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